DIRECTOR-GERAL DO ICM,IP DEFENDE DIÁLOGO CONSTANTE PARA TORNAR CADA VEZ MAIS FORMAL O ENTENDIMENTO

Instituto de Cereais de Moçambique (ICM-IP) e a Agricultural Development and Marketing Corporation (ADMARC) do Malawi rubricaram um memorando de entendimento no Fórum de Negócios Moçambique – Malawi, no quadro da visita do estadista malawiano ao nosso país

É um espaço de organização para tornar nos próximos anos este mercado mais formal possível e quando tornarmos mais formal possível este mercado, obviamente os ganhos serão recíprocos, tanto para a República de Moçambique, assim como para a República do Malawi”, explicou. Mais adiante disse que “a preposição principal é no sentido de nos organizar para manter um diálogo constante, trocas de informações de preços, mercados e quantidades para tornar cada vez mais formal o nosso entendimento, o nosso mercado e os nossos Povos”, director-geral do Instituto de Cereais de Moçambique Mahomed Valá falando este sábado em Marracuene, após a assinatura de memorando entendimento entre a instituição que dirige a e a sua congénere do Malawi, a Agricultural Development and Marketing Corporation (ADMARC).

Mahomed Valá disse na ocasião ser importante referenciar um aspecto que vem de algum tempo para cá, afirmando que é sabido que há um mercado informal que é exercido pela população de ambos lados que vive e sempre conviveu e em algum momento tem laços culturais e sociais, o b v i a m e n t e e c o n ó m i c o s e a t é antropológicos. “Neste momento, o que me apraz dizer é que este instrumento versa sobre o comércio transfronteiriço, versa por nós organizar o nosso sector privado, como foi dito, motor da economia para que tenha laços muito fortes com o lado malawiano. Sublinhar que eles têm outras pretensões que obviamente nós vamos auxiliar no que concerne à passagem dos fertilizantes e nós temos interesse em que as melhores sementes, ou seja, a tecnologia que é usada no Malawi seja nos passada e no fundo, estas duas instituições vão se corporizar para manter um diálogo constante, troca de informações sobre preços e mercados e quantidades para tornar ainda cada vez mais formal o nosso entendimento, os nossos mercados e os nossos Povos”, explicou Mahomed Valá a essência do instrumento ora rubricado com a sua congénere do Malawi. Para a implementação deste memorando, o director-geral do ICM-IP, destacou como primeiro passo, a criação de elementos de operacionalização deste instrumento que segundo Mahomed Valá está plasmado no memorando que de forma trimestral ou quadrimestral as partes do memorando deverão ter encontros em Moçambique, assim como em Malawi, acções que vão ser ainda articuladas. “O primeiro encontro vai ser de junção e tratamento do trabalho a ser desenvolvido e nos encontros subsequentes vai ser convidado o sector privado de ambos países. Referir que nós temos um movimento bom que corporiza e o que corporiza este movimento é que daqui a trinta dias provavelmente, teremos um movimento forte do funcionamento dos silos de Milange com um operador que vai fazer jus à cooperação de mercados internacionais e é isto que o nosso Presidente da República nos chama a atenção fortemente quanto possível. Já iniciámos, mas precisamos fortalecer a internacionalização de Moçambique”. Referir que o evento juntou mais de trezentos empresários dos dois países no quadro da visita do estadista malawiano Lazarus Chakwera.

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