ICM, IP Reforça Papel Estratégico na Comercialização Agrícola em Manica

O Instituto de Cereais de Moçambique, IP (ICM, IP) participou activamente na cerimónia de lançamento da Campanha de Comercialização Agrícola 2026, realizada no dia 16 de Maio de 2026, na Localidade de Nhambonda, Distrito de Gondola, Província de Manica, evento que reuniu produtores, comerciantes, instituições públicas, e diversos intervenientes da cadeia de valor agrícola.

A cerimónia foi dirigida pela Governadora da Província de Manica, Francisca Tomás, que apelou à população para a necessidade de uma comercialização agrária regrada, orientada para a preservação das reservas alimentares e para o fortalecimento da segurança alimentar. Na ocasião, a dirigente desafiou os produtores a trabalharem em coordenação com os serviços de extensão rural, com vista ao aumento da produção, produtividade e melhoria da qualidade dos produtos agrícolas.

Durante o evento, o ICM, IP destacou o seu papel estratégico na dinamização da comercialização agrícola, no apoio ao escoamento da produção, na monitoria dos mercados e na promoção de mecanismos que contribuam para maior organização e estabilidade do sector agrícola. A instituição participou igualmente na feira agrícola realizada no âmbito do evento, onde foram expostas diversas potencialidades produtivas da Província, com destaque para cereais, leguminosas, hortícolas, frutas e culturas de rendimento.

Na sua intervenção, a Governadora destacou a importância dos distritos de Sussundenga, Vanduzi, Bárue e Mossurize no abastecimento dos mercados e na dinamização da economia provincial, sublinhando a necessidade de se apostar não apenas na circulação da matéria-prima, mas também na conservação, armazenamento e transformação local da produção, como forma de reduzir as perdas pós-colheita e agregar valor aos produtos agrícolas.

Para a presente campanha agrícola, a Província de Manica prevê comercializar cerca de 1.512.977,13 toneladas de diversos produtos, incluindo cereais, leguminosas, tubérculos, hortícolas, frutas e culturas de rendimento, reafirmando o potencial agrícola da Província e o seu contributo para o desenvolvimento económico e social do País.

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